diariodofestival @ 14:38

Sex, 05/02/10

Estávamos em 1998 e o mundo preparava-se para a viragem do século que parecia adivinhar o fim, o derradeiro destino, o imprevisto.
Para nós tratava-se afinal do nascer de um projecto que nem reconhecíamos como tal. Apenas se preparava inconscientemente uma caminhada sem prazo ou destino, sem prepotência ou arrogância, simplesmente o amor à música que corria nas veias de seis jovens (Inês Gonçalves na voz, Antonio Vieira no baixo, Júlio Dinis na guitarra a solo e violino, João Paulo na bateria, Sandra Tavares nas teclas e Armando Silva na guitarra acústica), que precisavam dela a cada dia das suas vidas. Éramos muito jovens e sem grandes ambições apenas com os sonhos e ambições das nossas tenras idades.
O tempo passa e os instrumentos vão sendo substituídos, melhorados, conhecem-se novas técnicas, novas preocupações de formas de som, de postura e os primeiros convites surgem.
De forma crescente e, em número quase alucinante, surgem convites para a animação de pequenos eventos, casamentos ou pequenas festas e a motivação e ânsia de fazer mais e melhor nunca mais deixou de arder.
Havia que rentabilizar as nossas capacidades e a nossa vontade de vingar e até ao conservatório ou às aulas particulares com profissionais foi um passo.
Aquela que era mais uma de entre muitas “bandas de garagem” acabava por ser reconhecida. Afinal já muitos eram os que conheciam os Trocopasso e alguns anos depois surge o convite em 2004/2005 para sermos banda de suporte da cantora Maria Lisboa, em espectáculos ao ar livre. Tratou-se de mais uma fantástica aventura que nos ajudou a ter uma melhor noção do que implica um espectáculo ao ar livre em maior escala.
Nove anos passados, e lá estávamos nós. Nós! Os mesmos jovens de tenra idade onde pulsava a ânsia de viver a música, agora em corpos mais maduros mas a mesma garra, os mesmos sonhos e as mesmas ansiedade de saber mais, de experimentar mais. Finalmente, sucedem-se vários convites para os Trocopasso participarem em animações de festas ao ar livre um pouco por todo o país.
 




diariodofestival @ 12:06

Sex, 05/02/10

Nome: Filipe Delgado
Idade: 23 anos
Morada: Alenquer

 

 

Natural de Alenquer, sou o Filipe Delgado, considero-me um jovem romântico, amigo do meu amigo, e adoro cantar.
.Faço desta actividade a minha vida, cantando todos os dias, e conquistando um numero de admiradores
 

Com experiencia de canto, também sou convidado para várias festas de Rádios locais,e concertos de solidariedade, onde interpreto covers conhecidas, de artistas portugueses e internacionais.
.Incentivado pelo meu publico, entro em 2010 em estudio para gravar um CD de canções originais, compostas para mim.
.Ainda sem estarem gravadas todas as 12 canções que sairão em CD em meados deste ano, tenho já uma das minhas baladas a fazer parte das personagens principais da Novela-Meu Amor, que se ouve quase todos os dias.’Jamais’ é o titulo da canção.
 

Sempre tive um sonho: entrar um dia no Festival da Canção.E neste ano de 2010, concretizei a realização desse sonho.
 

Tenho um lema: O SONHO COMANDA A VIDA

Um grande abraço.
 

  




diariodofestival @ 12:02

Sex, 05/02/10

Em primeiro lugar toda a equipa de trabalho do site “Festivais RTP e Outras Finais Nacionais” Dá-lhe os parabéns pela passagem às semifinais do Campo Pequeno.

 

 

1- O que o motivou a concorrer ao Festival da Canção deste ano?

Em minha casa sempre se assistiu ao Festival da Canção, e eu sempre sonhei um dia poder ser eu a cantar num Festival.É um sonho desde miudo.


2- Como soube e qual foi a sua reacção ao saber que a sua canção era uma das 30 escolhidas entre um lote de 420?

Vi no site do Festival, e primeiro fiquei surpreendido, por não ser conhecido, mas lá no fundo acreditava que poderia ser seleccionado, acredito na minha canção e em mim.


3- Como viveu a semana de votações online?

A seguir ‘hora a hora’ as votações, muito ansioso.
 

4- Concorda com este método de apuramento?

Concordo, mas também sei que muitos espectadores do festival não votam na net.
 

5- Acha suficiente o minuto e meio disponível online para o público avaliar as canções?

Nalgumas canções é a partir daí que começam a crescer, mesmo os intrumentais.
 

6- Como descreve a sua canção?

Uma canção de amor, uma balada romântica.
 

7- Já tinha tentado participar no festival em edições anteriores?

Já tinha pensado em fazê-lo, mas nunca tinha concorrido.
 

8- Quais as expectativas para as semifinais e final?

Estou em ensaios para a semi final, e depois logo se vê.Quero que tudo corra bem, quero que seja bonito o meu momento neste festival.A verdade é que já estou muito feliz, mas gostaria de ir à final, como todos os outros concorrentes.Quero mesmo é aproveitar, e tirar o maior partido disto tudo.
 

9- Do Campo Pequeno para Oslo é um grande passo só acessível a uma das 24 canções em competição, qual a sensação de poder vir a ser o eleito do júri?

Como já disse , um passo de cada vez, mas sentir-me-ia ainda mais orgulhoso.
 

10- A canção que vai defender irá sofrer alterações?

Vai levar coros.
 

11- Quantos elementos irão estar em palco e que papel desempenharão?

Vou ter mais 3 back vocals.
 

12- Como irá apresentar a sua canção em palco? Haverá algum elemento cénico extra?

Estamos a estudar o assunto.
 

13- Quanto à roupa que irão vestir todos os elementos da sua canção há algo já pensado?

Não, estamos nas mãos da gestora de imagem do Festival.


14- Qual a sensação de poder vir a pisar o grande palco da Eurovisão em representação de Portugal?

Posso responder depois, se eu lá chegar?

 

 

Desejamos a melhor sorte e uma grande participação no festival
 




diariodofestival @ 10:49

Sex, 05/02/10

Filipa Azevedo

Tem 18 anos. Nasceu no Porto, a 31 de Julho de 1991.

Vencedora do concurso televisivo “Família Superstar" (SIC), em 2008, com apenas 16 anos.

A partir daí participa em inúmeros programas de televisão e grava o primeiro CD.

O tema “Apenas Diferente” integra a banda sonora da novela “Meu Amor” (TVI).

Estudou flauta transversal, a partir dos 12 anos, no Conservatório de Música do Porto.

Vive actualmente em Londres, onde estuda “Tecnologia da música e produção musical”.

Em 2010 concorre pela primeira vez ao Festival, como intérprete do tema “Há Dias Assim” da autoria de Augusto Madureira.

 

Augusto Madureira

Tem 42 anos.

Nasceu no Algarve, mas vive em Lisboa.

É jornalista há mais de 20 anos (RTP, RFM, SIC, SIC Notícias).

Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa, começou a estudar piano aos 6 anos no Conservatório de Música de Faro.

Em 2009, concorreu ao Festival da Canção como autor do tema “O Teu Lugar” (letra e música), interpretado por Filipa Baptista. Ficou em 4º lugar na final e em 10º lugar no concurso “OGAE Second chance” (entre 20 países).

Em 2010, volta a concorrer ao Festival da Canção como autor (letra e música) do tema “Há Dias Assim”, para o qual escolheu a voz de outra Filipa… Azevedo!

 




diariodofestival @ 10:40

Sex, 05/02/10

CATARINA PEREIRA

O bichinho da música e da dança nasceu com ela. Apesar dos seus 19 anos, conta já com um longo currículo no campo artístico.
Fez o curso profissional de dança contemporânea na escola Balleteatro do Porto. Mas antes, durante sete anos, frequentou aulas de dança jazz, na escola de música e bailado Alberta Lima, em Matosinhos. A par com a dança, aprendeu canto lírico e a tocar guitarra.
A aposta na formação começou a dar frutos, quando em 2007 participa e chega à final do programa televisivo “Família Superstar” (SIC). No ano seguinte é a protagonista da peça “High School Musical”, onde teve que representar, cantar e dançar. No fundo aquilo que no ramo chamam de “ameaça tripla”…
Depois da experiência na peça, decide aprofundar conhecimentos e inscreveu-se num workshop de canto, em Londres, e num workshop de dança. No mesmo ano iniciou as gravações do seu primeiro álbum a solo. Contudo, ainda teve tempo para participar no evento “Vozes de Ouro”, nas salas do Campo Pequeno e do Coliseu dos Recreios.
Em 2009 volta a representar, cantar e dançar quando deu vida a “Bárbara” no musical de Filipe La Féria “A Gaiola das Loucas”.

 

 

 

 


CARLOS COELHO

Carlos Coelho nasceu a 6 de Setembro de 1981 em Resende, Portugal.
Desde jovem, sempre se interessou por diversas artes como a música, o desenho, a fotografia e a escrita. Como jovem, faz um percurso artístico eclético: aos 13 anos, vence um Concurso Nacional de Banda Desenhada, aos 14 anos vence um Concurso Literário em língua inglesa e aos 16 anos, vence um Concurso Nacional de Fotografia para Jovens.
Porém, o seu interesse na música fez com que começasse a escrever as suas próprias canções em 2004.
A primeira canção que escreveu acabou no Festival da Canção da Lituânia em 2004 e ganhou o Prémio do Olympic Casino de Vilnius para melhor canção a concurso. Em 2004, é convidado pela banda Fomins & Kleins para escrever a versão Portuguesa da sua canção “Dziesma par laimi”, que seria a representante da Letónia no Festival da Eurovisão de 2004.
Em 2005, volta a participar como autor e produtor no Festival da Canção da Lituânia e ganha o Prémio da LR (Rádio Nacional da Lituânia) para melhor canção a concurso.
Em 2006, começa a trabalhar em parceria com Andrej Babic e a escrever para vários intérpretes de diferentes países.
Em 2007, produz e assina com Andrej Babic o tema que ficaria em 2.º lugar na selecção da canção de Andorra para a Eurovisão. Em 2007, entra na equipa que produziu a canção da Eslovénia na Eurovisão, assinando também a versão castelhana da canção.
Em 2008, a RTP convida-o a participar no 44.º Festival RTP da Canção, em que assina e produz o tema “Senhora do Mar”, interpretado por Vânia Fernandes e que vence o certame, representando Portugal no Festival da Eurovisão (na Sérvia), alcançando o 2.º lugar da semifinal e o 13.º lugar da final. Em Belgrado, vence o Prémio Marcel Bezençon para Melhor Canção.
Em 2009, assina temas para o álbum de estreia da soprano irlandesa Celine Byrne, vencedora do Prémio Maria Callas em 2007 e que actua ao lado de José Carreras.
Em 2010, assina contrato em Portugal com a Rossio Music Publishing.
A lista de países e artistas que já gravaram temas seus é extensa e internacional: Marjorie (Finlândia), Aisté Pilvelyté, Rasa Kausiute (Lituânia), Fomins & Kleins (Letónia), Ishtar Ruiz (Andorra), Martina Majerle (Croácia), Alenka Gotar (Eslovénia), Celine Byrne (Irlanda), etc…

 

 


ANDREJ BABIC
Andrej Babic nasceu na Croácia e era muito novo que demonstrou o seu talento na música – em parte porque no seu quarto de dormir havia um piano!
Ao longo dos seus estudos musicais, o Andrej sempre foi um admirador da Eurovisão e dirigiu o seu trabalho de composição para o Eurofestival.
Começou por escrever canções para a banda Teens.
Em 2003, ganhou a final da Croácia para a Eurovisão, escrevendo e compondo a canção “Vise Nisam Tvoja” (“Já não sou tua”) interpretada pela cantora croata Cláudia Beni. A canção recebeu o passaporte para representar o seu país em Riga, na Letónia, e alcançou o 15.º lugar entre 26 participantes.
Em 2005, o Andrej decide participar na final da Bósnia-Herzegovina para a Eurovisão: compôs e escreveu a canção “Zovi” (“Liga-me”), um tributo assumido aos ABBA e aos 50 anos do Concurso da Eurovisão, interpretada pela girlsband Feminnem. A canção venceu as outras 13 concorrentes no certame e levá-lo-ia até Kiev, na Ucrânia, para o Eurofestival de 2005. Esse tema haveria de ser cantado em inglês e “Call me” alcançou o 14.º lugar entre os 25 participantes.
Em 2005 e 2006, o Andrej compos e escreveu as canções que ficariam em 2.º lugar na final da Eslovénia para a Eurovisão, apesar de serem as mais votadas pelo público…
Em 2007, o Andrej ganha finalmente o passaporte esloveno para a Eurovisão, ao compor e escrever “Cvet z Juga” (“A flor do sul”), interpretada pela soprano Alenka Gotar. Esta canção faria história no país, ao dar à Eslovénia um lugar na final da Eurovisão pela primeira vez desde 2003! Aí, e apesar de ser uma das favoritas à vitória, alcançou um honroso 15.º lugar.
Em 2008, o Andrej que já trabalhava com Carlos Coelho desde 2006, compõe a melodia de “Senhora do Mar” e a canção é apresentada para o Festival RTP da Canção 2008. A vitória nessa noite de 9 de Março com 35% dos televotos leva-o a Belgrado, onde vence o Prémio Marcel Bezençon para Melhor Canção.
Em 2009, volta a vencer o passaporte esloveno para a Eurovisão, compondo o tema “Love Symphony”, para o quarteto de cordas Quartissimo e Martina Majerle.
Em 2010, é de novo seleccionado para a final da Eslovénia para a Eurovisão, compondo “Tukaj sam doma” (“Aqui é a minha casa”) para a intérprete Manca Spik.
Até à data, Andrej é um verdadeiro recordista eurovisivo: escreveu 5 cançoes e representou 4 países diferentes!
 




diariodofestival @ 10:29

Sex, 05/02/10

Caros Amigos, aqui estou de novo dar-vos conta de como se passou mais um dia nesta aventura em direcção ao Campo Pequeno! Hoje, para além do trabalho habitual no hospital, estive a ouvir de novo todas as canções concorrentes às semi-finais do Festival da Canção (o minuto e meio disponível da cada uma, claro), mas pela sequência em que vão ser apresentadas. Acho que vão ser dois espectáculos muito diversificados! Para além de “O amor não sabe” (a minha canção!), há outras canções de que eu também gosto… mas por enquanto não vou revelar essas minhas preferências!!! Estive também a ver com calma o novo site da RTP e do Sapo, chamado Diário do Festival – onde este meu diário tem sido publicado – e acho que está ali um excelente trabalho. Parabéns à equipa que o tem desenvolvido, pois é uma forma de nos dar a conhecer ao público! Hoje, em casa, a minha filha mais nova – a Sancha, que acabou de fazer seis anos – resolveu espalhar as suas bonecas por todo o lado… foi um encanto ver todos os meus netos!

 

Filipa Galvão Telles




diariodofestival @ 17:37

Qui, 04/02/10

 

Claudisabel (Interprete)

Loulé viu nascer Claudisabel a um dia 4 de Outubro.
Aos seis anos sobe ao palco pela primeira vez, cantando temas infantis
Aos doze ganha o primeiro de muitos concursos de rádio, que a levam a integrar um trio musical sendo a voz principal do mesmo.
Em 1995, ingressa no Conservatório Regional do Algarve em aulas de canto onde faz parte de um grupo vocal “Vocallis” .
Em 1996, grava o seu primeiro CD intitulado “Dizias tu, Pensava eu”


Em 1998 a canção “Pensei com o Coração” é o seu primeiro sucesso a nível nacional.
Em 1999, vem a confirmação de mais um sucesso “Preciso de um Herói” de onde foram extraídos “ Super Apaixonada” e uma balada “Como se eu fosse uma flor”. Estes temas continuam a marcar positivamente a sua carreira.
Entre 1999 e 2001, ganha o reconhecimento da sua terra onde lhe é atribuído prémio de melhor voz feminina do Algarve
Outras canções de sucesso como “Não vou voltar a chorar”, “Está tudo acabado” e “Isso é amor” marcam a sua carreira de mais de uma década.


Jordi Cubino (autor da música)

Jordi Cubino é um compositor e produtor musical espanhol com 40 anos de idade e, sem dúvida, um dos profissionais que conseguiu uma das maiores projecções a nível internacional no campo da música do seu país.

Canções compostas e/ou produzidas por si foram incluídas em discos que venderam mais de 18 milhões de cópias. É também autor de bandas sonoras de filmes e premiadas campanhas de publicidade de marcas de renome para televisão e cinema a nível internacional.

Pontos de destaque da sua carreira:

• Escreveu e produziu a canção “Corazón Latino” na voz de David Bisbal para a selecção espanhola de canções para a Eurovisão de 2002. Vendeu até ao momento 4 milhões de cópias;
• Em 2003 e 2004, participou na selecção espanhola de canções para a Eurovisão com os temas “Viva la noche” de Ainhoa e “Santa Lucia” de Manuel Carrasco.
• Em 2008, foi o autor e produtor da canção “Casanova” na voz de Gisela, que representou Andorra no Festival da Eurovisão, em Belgrado;
• Escreveu para o grupo Il Divo e Tony Braxton (“The time of our lifes”) o hino oficial do Campeonato do Mundo de Futebol FIFA 2006;
• Ganhou vários Leões de Ouro e Prata e numerosas menções no Festival de Cannes de Publicidade;
• Produziu canções para bandas sonoras de filmes Disney.

Para mais informações está disponível o site www.jordicubino.com



Luís André Florindo (autor da letra)


Luís André Florindo tem 25 anos, é natural de Gondomar e é formado em Jornalismo. Se há algo com que se identifica e segue atentamente é o Festival da Eurovisão. Este seu gosto pelo Eurovisão é um apontamento da sua vida se bem que nas suas palavras "vive e respira" o Festival da Eurovisão.

Faz parte da OGAE Portugal que é uma associação e clube de fãs da Eurovisão com ramificações em mais de 20 países em toda a Europa.

Contribui igualmente com artigos e reportagens para o site www.esctoday.com que se dedica exclusivamente a este tema e tem pessoas de toda a Europa a colaborar. É um dos sites dedicados ao Festival da Eurovisão com mais visitas anuais.


 




diariodofestival @ 11:09

Qui, 04/02/10




diariodofestival @ 10:28

Qui, 04/02/10

Cá estou eu de novo, para vos falar um pouco do meu dia, nesta caminhada rumo à primeira semi-final do Festival da Canção, no próximo dia 2 de Março. Hoje tenho de confessar que tive pouco tempo para dedicar à preparação da canção “O amor não sabe”. A maior parte do dia foi preenchida com o trabalho no hospital, mas ainda deu para aprofundar algumas das ideias que ontem surgiram relativamente à forma como vou interpretar o tema. O José Campos e Sousa, o autor da música, já está em contacto com o Ramon Galarza para se começarem a acertar vários pormenores relacionados com o arranjo musical. Em casa, encontrei o meu filho António Maria inconsolável com a noite negra que o Sporting ontem teve!

Filipa Galvão Telles
 




diariodofestival @ 10:05

Qua, 03/02/10

Olá a todos! Agora que entrámos na contagem decrescente para a semi-final do Festival da Canção, achei que era boa ideia escrever um pequeno diário para vos dar a conhecer a forma como estou a viver esta experiência original! Ontem, todos os concorrentes ficaram a saber quando vão actuar: eu irei interpretar a canção n.º 8 da primeira semi-final, que se realiza a 2 de Março no Campo Pequeno, em Lisboa. Precisamente de hoje a um mês!
Por isso, é tempo de preparar todos os pormenores! Apesar de ter tido um dia de trabalho muito preenchido (sou enfermeira, num hospital privado em Lisboa), estive reunida à tarde com o Zé Campos e Sousa, o autor da música da canção “O amor não sabe”, a delinear alguns aspectos da interpretação. E posso adiantar-vos que já surgiram algumas ideias bem interessantes, que têm agora de ser amadurecidas!
O dia acabou em casa, em ambiente sossegado com a minha família. A Francisca, a minha filha mais velha, recebeu hoje o resultado de um teste de música: teve 83%. Fiquei contente!

Filipa Galvão Telles
 



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